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Depoimentos

12 de março
“Procurei a Disciplina Positiva para me ajudar a trilhar um caminho de educação respeitosa. O processo contribuiu muito para o meu aprendizado e transformação, hoje busco ter mais consciência e autocuidado pra cuidar do todo. A facilitação, na minha opinião, foi ótima. A Dani é muito afetuosa e cuidadosa nas suas relações.” 
Fernanda C., 42 anos, fonoaudióloga. Sobre Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Busquei a mentoria em Disciplina Positiva para melhorar o meu relacionamento com a minha filha. Com o processo, eu pude entender melhor o meu momento, o momento dela. Nosso relacionamento melhorou, pois aprendi que mudanças no meu jeito de falar e agir fazem com que ela se comporte de maneira diferente. Percebi mudanças no meu jeito de falar e me relacionar. A Dani é, na minha opinião, um excelente profissional... com capacidade de escuta e flexibilidade frente as demandas. Muito assertiva também.”
Viviane Pinto Pereira, 45 anos, pedagoga e administradora. Sobre Mentoria em Disciplina Positiva.
 
“Busquei esse trabalho para obter ferramentas e maneiras de educar melhor. Eu acabei me encontrando e achando uma linha para me conectar melhor com as minhas filhas. Percebi que estava repetindo processos que eu não gostava da minha educação. O ponto que mais me marcou foi o reencontro comigo mesma, eu também já fui criança! Sobre a condução do trabalho, percebi que a Dani sabe exatamente o que está fazendo e domina suas opiniões e expressões.”
Sandra Padilha Pereira, 49 anos, vendedora. Sobre Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Senti a necessidade de praticar a Comunicação Não-Violenta e a Disciplina Positiva na convivência em meu trabalho e também para a aprendizagem pessoal, transformando minha forma de comunicar.
Participei também de uma Imersão em Disciplina Positiva que contribuiu com meu aprendizado no sentido de potencializar o positivo que as crianças manifestavam na convivência e, assim, apostar em relacionamentos mais próximos, ativos e produtivos, baseados no respeito mútuo. Percebi que faz bem para os relacionamentos respirar e acalmar a mente antes de responder. É uma forma de respeito ao outro, por mais raivoso que ele esteja. E, respeitando o outro, respeito a mim também. 
A CNV me trouxe calma, mas foi muito desafiador. Envolve abrir mão do orgulho de estar sempre certa. E potencializa a humildade. Um conceito/atributo da CNV fundamental para mim é a necessidade. Saber perguntar ao outro e a si mesma: qual é a minha/sua necessidade? Se tornou vital para mim. 
A condução do trabalho, na minha visão, foi plena de competência e responsabilidade na elaboração dos encontros e respeito pelos nossos processos, com manifestações de amorosidade e empatia.”
Rosane Kohl Brustolin, 60 anos, professora aposentada. Workshop de Comunicação Não-Violenta e Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Eu obtive uma indicação de uma amiga para conhecer esse trabalho. Busquei informações sobre o tema e achei bastante interessante e coerente, principalmente com nosso papel como pais. Depois de conhecer o tema e falar com a Danielle Toigo, tomei a decisão de fazer a imersão e agradeço até hoje. A disciplina positiva é algo revelador, extremamente praticável e de resultados em todos os nossos relacionamentos.
A maior convicção que podemos ter, é que sempre podemos melhorar como seres humanos, e a tratativa respeitosa com as pessoas com certeza traz harmonia e conexão. Tento pôr em pratica essa tratativa, porém com filhos as vezes caímos nas atitudes que muitas vezes desrespeitam eles e isso dificulta a relação.
Um dos pontos que mais me chamaram a atenção, é o fato que o cérebro não é programado para receber comandos, mas para responder perguntas sim. Dessa forma, as perguntas são mais eficientes que comandos principalmente com as crianças. 
A Danielle sempre foi de bastante didática e trazendo exemplos práticos muito eficientes. Apresenta um ótimo domínio sobre o assunto e acolhe os participantes, deixando-os a vontade para expor as suas fraquezas e dificuldades”.
Marcelo Leal, 40 anos, gerente de vendas. Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Estava sentindo vontade e necessidade de uma escuta empática pois precisava ter uma conversa delicada e muito importante com uma pessoa. Consegui ir para essa conversa delicada com ferramentas para desenvolver uma escuta respeitosa e sem julgamentos. 
Consegui, verdadeiramente, me colocar no lugar do outro. Saí de um lugar em que ora era vítima, ora algoz, para um lugar de reconhecimento, respeito e empatia. Fui para essa conversa (emocionalmente desafiadora) desarmada. 
A maneira como a Dani conduziu o trabalho foi para além do profissionalismo, foi de uma sensibilidade ímpar.”
Claudia Fernandes, 43 anos, educadora. Mentoria/processo de escuta baseada em Comunicação Não-Violenta.
 
“Busquei a Imersão em Disciplina Positiva para melhorar o meu relacionamento com as minhas filhas. 
O processo me possibilitou ter o embasamento teórico da DP. Juntamente com todas as trocas do grupo e a escuta ativa da Dani me senti empoderada a tornar minha relação com as filhotas mais amorosa, verdadeira e democrática, unindo firmeza e gentileza.
Aprendi a abraçar mais minha vulnerabilidade, a ser mais compassiva, com mais auto amor, auto compaixão e também a entender ainda mais a importância de curar minha criança ferida para ter um relacionamento mais saudável com as minhas filhas. Além disso as ferramentas práticas da DP são muito boas para estabelecer regras mais plausíveis com as crianças, incentivando a sua autonomia e seu senso de colaboração.
Uma das coisas que me marcaram foi principalmente a maneira com que a Dani mistura a DP com a comunicação não violenta e os círculos de paz e enriquece o conteúdo já maravilhoso. 
Na minha opinião, a Dani conduz o trabalho de um jeito maravilhoso, tem uma capacidade de comunicação e conexão com os participantes que é bastante impressionante.”
Larissa Simon, 39 anos, consultora em amamentação e doula. Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Entendo que, para tudo que se quer fazer na vida, de forma mais acertada, é necessário estudar. Estudamos para ter uma profissão, para consertar coisas e até para fazer um bolo. Por que não estudar para ser pai? Ser um bom pai faz toda a diferença na vida da pessoa que mais amo nesse mundo, então, nada mais lógico que estudar para desempenhar bem esse papel.
A disciplina positiva me mostrou um caminho para educar através do amor. Nada pode dar errado dessa forma. Não quer dizer que não haja percalços e dificuldades, mas a estrada é mais iluminada quando se segue essa premissa.
Para mim, a transformação foi gigantesca! Aprendi a ouvir minha filha, a explicar e a deixá-la perceber as consequências dos seus atos, sem castigos ou rompantes de raiva. Conversar e agir de forma positiva. Aprendi a refletir antes de repreender. Quando agimos impulsivamente, quase sempre repetimos erros enraizados em nós. Fazemos coisas que sequer concordamos e perdemos a oportunidade de ser nós mesmos. Deixamos de ser autênticos e de ensinar essa habilidade aos nossos filhos.
A Danielle é uma facilitadora maravilhosa! Ela não apenas ensina um método, ela o aplica em casa e na vida. Isso fica muito claro. Ela demonstra as próprias vulnerabilidades e isso faz com que nos identifiquemos com ela. Ela demonstra total conhecimento da Disciplina Positiva, não apenas por ser a facilitadora, mas por ser mãe.”
Leandro Demeneghi, 46 anos, arquiteto e urbanista. Imersão em Disciplina Positiva.
 
“São 3 anos de cursos com a Dani, e a transformação ocorre desde lá. Aprendi a ser mais paciente com a minha criança, priorizar e validar os sentimentos dela entre muitos desses ensinamentos da DP. Sou outra mãe. 
Acho ótimo o trabalho dela e sempre que possível faço seus cursos, porque me conectam e me fortalecem muito, acredito que ela é muito clara e passa as informações de maneira que consigo assimilar facilmente.”
Bruna Berro, 34 anos, gerente financeira. Imersão em Disciplina Positiva.
 
“Eu já participei de alguns processos, tanto em Comunicação Não Violenta quanto em Disciplina Positiva e percebo que eles melhoraram muito as minhas relações, trazendo uma conexão maior com o outro, estimulando a empatia, facilitando a minha comunicação e trazendo saúde para as minhas relações. 
Sou de uma geração onde as relações eram muito rígidas, punitivas, por vezes até bastante agressivas. E infelizmente nossa tendência natural é reproduzir de forma consciente ou inconsciente o que vivenciamos. Porém, mesmo que a gente negue, no entanto isso foi bem traumático, por vezes, baixando nossa autoimagem, nos deixando inseguros, dependentes de aprovação externa, competitivos, insensíveis, intolerantes, impacientes, rígidos... entre tantos outros malefícios que esse modelo educacional nos trouxe. Conforme temos a condição de ampliarmos nossa consciência, olharmos para nossa história e trajetória com verdade e trazermos luz e amor para nossas sombras percebemos que foi um custo muito alto, que em muitos momentos nos gerou desconexão com a nossa alma e propósito de vida. E nós queremos relações saudáveis, verdadeiras, profundas, amorosas... especialmente com quem amamos e com quem colocamos no mundo. Por isso, esses temas são tão importantes e significativos! Mas é necessário querer olhar, aceitar o que foi, reconhecer e se autorizar a fazer diferente, trazendo conexão, cura e amor para todas as nossas relações. 
As vivências são especiais demais, são simples e profundas. Elas trazem a nossa criança ferida e permitem que a gente a acolha, transformando e curando com amor a nossa própria história. Esse processo é mágico, profundo e curador para quem está disposto a vivenciá-lo. Permite uma grande transformação na forma como nos relacionamos e caminhamos sobre a terra. Eu sou apaixonada por muitas práticas, várias deixaram lindas e curadoras marcas, mas nos grupos o momento "pais ajudam pais" é bem representativo e positivo.
Participei do primeiro e do 11º grupo de DP e penso que tenho material para comparar de uma forma bem crítica sua condução na facilitação de processos. Percebi um crescimento enorme ao longo dos anos de estudo e dedicação. É visível na atuação da Dani que esse trabalho tem relação com seu propósito de vida, que é aquilo que ela faz com amor e dedicação, de forma inteira e plena de amor, entrega e confiança. E quando um facilitador se coloca no círculo com a sua alma, o encontro só pode ser mágico e transformador. 
Atualmente a Dani conduz os processos de forma muito inteira, planeja cuidadosamente cada encontro, prepara materiais, está conectada, é sempre muito cuidadosa, respeitosa e amorosa (inclusive em encontros on-line, que por si só já são profundamente desafiadores). É lindo e muito gratificante ser testemunha do seu aprendizado, evolução e caminho. Desejo que colha todos os frutos de todas as sementes de saúde, paz e amor que está espalhando no mundo! E agradeço de todo o meu coração pela oportunidade de aprender com ela.”
Cinara Fonseca de Andrade, 41 anos, fonoaudióloga e pedagoga. Imersão em Disciplina Positiva e Comunicação Não Violenta.
 
“Eu entendi como posso ser uma mãe firme e amável. Aprendi a escutar as necessidades da minha filha nos comportamentos dela. Sou muito mais questionadora hoje e procuro não repetir padrões que não são meus. 
A condução do trabalho foi leve e intensa. A Dani tem um jeito firme e meigo de ensinar, foi muito importante esse aprendizado.”
Ingrid, educadora física, 38 anos. Imersão em Disciplina Positiva.
 
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