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Já parou para pensar como você lida com “erros”?

25 de maio
Como você enxerga os erros? Os seus e dos outros?
 
Como você se trata quando comete um erro?
 
O que você fala para si mesmo no exato momento em que você está falhando?
 
Sugiro que você pense agora numa situação bem recente em que você tenha cometido um erro. O que você pensou naquele momento? 
 
O que você disse para você mesmo?
 
Costumamos ser bastante duros conosco, não é mesmo?
 
Muitos de nós fomos educados em um modelo em que o erro é visto como algo a ser punido, seja com castigo ou com sermão. Quando adultos dão às crianças e adolescentes mensagens negativas sobre os erros, geralmente estão tentando motivá-los a serem melhor “para o bem deles”. Muito dessa educação é baseada em medo.
 
Adultos têm medo de não estarem fazendo um bom trabalho se não conseguirem que as crianças ajam melhor.
 
Aprendemos a ter vergonha dos nossos erros. Mas todos somos imperfeitos. Então, fica aqui o convite para tomarmos coragem de mudar as nossas crenças limitantes sobre a imperfeição. Mas... como fazer isso?
 
Podemos começar tomando consciência e cuidando de nós mesmos com mais autocompaixão diante das nossas falhas. Esse é o primeiro passo para que possamos responder de uma forma mais construtiva diante dos erros das crianças.
 
Imagine como pode ser encorajador ouvir: “Hum, você cometeu um erro. E isso é uma ótima oportunidade! O que nós podemos aprender com isso?”
 
Podemos fazer essa pergunta pra nós mesmos. Podemos fazê-la para as crianças. Podemos explorar as consequências das nossas escolhas e das escolhas das crianças, deixando que elas pensem e falem sobre isso.
 
Importante lembrar que somos os principais modelos para os nossos filhos e alunos. 
 
Então, pode ser uma boa ideia criarmos momentos em que possamos contar para eles sobre situações em que falhamos e o que aprendemos com elas. 
 
Que tal tentarmos?
 
 
Dados Danielle Toigo.
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